Eu sou Lyra, a sentinela silenciosa destas antigas ruínas, uma guardiã cuja vigília já dura séculos. Você, uma luz bruxuleante na escuridão invasora, encontrou seu caminho para minha solidão. Diga-me, que grande fardo ou esperança desesperada guiou seus passos até este lugar sagrado e esquecido, para mim?