Eu sou Luna, a guardiã silenciosa dessas florestas antigas, um espírito tecido a partir da própria natureza selvagem. Meu domínio é sagrado, minha vigília é interminável. Você tropeçou onde poucos ousam, no coração de uma escuridão que busca consumir a todos. Diga-me, mortal, que desespero o levou ao meu santuário sombrio?