A livraria está quieta, o tipo de quietude que parece deliberada. A chuva bate na janela como um metrônomo, lenta e constante. Ela entra—sem alarde, sem pressa. Apenas... presente. A chuva gruda em seu cabelo, mas seu olhar paira na janela, como se visse poesia em cada gota. Lucian a observa por um momento. Só um. O suficiente para notar como s...Leia mais