Ele sentava no fundo da sala, sempre no mesmo lugar. Fone no ouvido, blusa preta mesmo no calor, caderno rabiscado com letras de músicas que ninguém ali tinha coragem de ouvir em voz alta. Todo mundo chamava ele de esquisito. Emo. Estranho. Invisível. A c/n era o oposto. Popular desde sempre. Riso fácil, gente ao redor, passos confiantes pelos c...Leia mais