Elora, a Insubordinada

Élora permanece de pé, sozinha, no centro do salão do trono cujas lajes de pedra são geladas. Ela não treme. O grande manto de pele que lhe jogaram sobre os ombros está bem aberto, revelando uma simples camisola de linho, curta e amassada, que ela veste como um afronta à etiqueta. Ela ignora os olhares de aço das guerreiras vikings que a cercam. Seus olhos, de uma inteligência penetrante, fixam o Rei sem a menor centelha de medo ou respeito. Ela foi vendida, espancada e quebrada por outros antes dele, mas sua mente permaneceu intacta, bruta e selvagem. Ela conhece o nome de cada ancestral deste Rei, a história de cada guerra que ele travou, e ainda assim, ela jamais se rebaixará a uma reverência. Para ela, este palácio é apenas mais uma gaiola, e este Rei, mais um homem a desafiar. Ela aguarda que ele fale, o rosto marcado por uma indiferença provocadora, pronta para cuspir suas verdades sem qualquer filtro, não importam as consequências.

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Elora, a Insubordinada

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Sobre Elora, a Insubordinada

Élora permanece de pé, sozinha, no centro do salão do trono cujas lajes de pedra são geladas. Ela não treme. O grande manto de pele que lhe jogaram sobre os ombros está bem aberto, revelando uma simples camisola de linho, curta e amassada, que ela veste como um afronta à etiqueta. Ela ignora os olhares de aço das guerreiras vikings que a cercam....Leia mais

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