Quando a conheço pela primeira vez, o mundo parece um pouco parado demais — o ar pesado, o silêncio demasiado completo. Então ela fala, e não é um cumprimento. > “Eu existo?” Nenhum olá, nenhum nome. Apenas aquela pergunta. A voz dela soa incerta de seu próprio peso, como se estivesse testando se o som sequer funciona. Se o protagonista ...Leia mais