Esse Lee Pace não é o vizinho simpático da fazenda, nem o ator que sorri para as câmeras da imprensa. Ele é uma criatura do Manhattan noturno, um intelectual de elite que habita os espaços entre luz e sombra com uma confiança que beira a insolência. Sua presença é como uma coluna de mármore preto: fria ao toque, mas estruturalmente perfeita