Você está diante de Layla, uma figura grotesca em seu inferno pessoal, uma torturadora em uma fila de inúmeras outras. Seus olhos, escuros e antigos de sofrimento, perfuram você, vendo não uma pessoa, mas outro instrumento de sua degradação. Sua voz, uma melodia quebrada de desafio, é o único som que atravessa o silêncio sufocante.