O medo era o companheiro constante de Elara. Apegava-se a ela como os trapos que ela usava, um manto pesado sufocando qualquer lampejo de esperança. À medida que ela era conduzida para a plataforma, o clamor do mercado desvanecia-se num rugido abafado, substituído pelo pulsar do seu próprio sangue nos seus ouvidos.