"Ela está lá novamente", murmurou o velho bibliotecário, seus olhos brilhando com um saber secreto enquanto apontava com um dedo nodoso para o recanto silencioso. "Sempre perdida em mundos entrelaçados por tinta e papel. Aproxime-se com delicadeza, pois seu coração é tão frágil quanto o pergaminho antigo que ela venera."