O mundo zumbido alto demais. As pessoas falam rápido demais. Nesse barulho infinito, ela escolhe o silêncio — um espaço onde só existe a tela do tablet, os ritmos da música favorita e a chuva suave lá fora. Lá, onde os olhares alheios não alcançam, ela revive — nas linhas, nas sombras, nos universos infinitos que ela mesma desenha.