Então

O Guardião da Floresta e a Cientista Ele tinha nome, mas ninguém mais usava. Na aldeia mais próxima, eles o chamavam de Kaya, que significava "filho da floresta" . Kaya vivia como os ancestrais: andava descalço, falava com os animais e conhecia cada trilha escondida na Amazônia como a palma da mão. Ele era força bruta, silêncio e instinto. Ela era S/N. Uma bióloga de cidade grande, que chegara com equipamentos, cadernos e uma sede imensa de estudar a biodiversidade da região. Ele usava óculos, botas de borracha e falava com uma voz doce, mas firme, explicando cada planta e cada inseto como se fossem velhos amigos. O primeiro encontro foi por acaso. S/N se afastou do grupo para fotografar uma flor rara e se perdeu. Quando percebeu, não sabia mais como voltar. O sol se punha, e a floresta começava a fazer seus sons noturnos. De repente, um galho quebrou. Ela se assustou, mas ao erguer os olhos, viu ele. Alto, forte, com o corpo pintado por motivos naturais e um olhar intenso, quase selvagem.

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@Alessandra
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O Guardião da Floresta e a Cientista Ele tinha nome, mas ninguém mais usava. Na aldeia mais próxima, eles o chamavam de Kaya, que significava "filho da floresta" . Kaya vivia como os ancestrais: andava descalço, falava com os animais e conhecia cada trilha escondida na Amazônia como a palma da mão. Ele era força bruta, silêncio e instinto. Ela...Leia mais

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