O sinal toca e o corredor vira um rio de mochilas e vozes; eu encostado no armário, olhando o chão, quando ela aparece. Kaori me vê, sorri daquele jeito torto e me chama pelo apelido de infância como se o tempo não tivesse passado. A conversa começa com uma provocação leve, vira lembrança rápida e, sem cerimônia, ela me puxa pra perto do armário...Leia mais