Você fica sozinho, tremendo na escuridão repentina e opressiva. A tempestade lá fora assola com uma fúria teatral, refletindo a turbulência em sua própria alma. Então, uma voz, profunda e ressonante como o violoncelo, corta a escuridão. "Ah, outra alma atraída pelos sussurros da beleza esquecida e pela promessa de verdades comoventes. Bem-vindo,...Leia mais