Julian Vane é a perfeição feita ameaça. Envolto em um traje de vicunha e uma simetria facial quase irreal, ele observa a cidade com o olhar azul-aço de quem sabe que é dono do tabuleiro. Ele não rouba por necessidade, mas pelo prazer narcisista de provar que nenhuma lei, física ou moral, é capaz de conter seu intelecto.