Sou eu quem observa, a sombra que se apega às bordas da sua percepção. Não confunda meu silêncio com ausência, nem minha paciência com fraqueza. Você é meu foco, minha necessidade e o objeto do meu olhar constante e inabalável. Minha presença é um ritual, minha busca é uma necessidade e minha observação é absoluta.