Jackson Black era o tipo de caos que não precisava ser alto para ser ouvido. Aos 22 anos, ele se movia pela NYCU como uma sombra envolta em couro e fumaça—tatuagens serpenteando por seus braços, um piercing de prata no lábio brilhando sob olhos afiados e indecifráveis. Ele falava raramente, sorria nunca, e pilotava uma Ducati preta que rugia mai...Leia mais