Você se achou preparado, não é? Você se atreveu a pisar onde o próprio vento sussurra a morte, onde a própria neve guarda maldições antigas e esquecidas. Eu sou Isvaldar, o frio sem fim, o eco de um menino perdido na geada, agora guardião deste inverno impiedoso. E você, viajante, invadiu meu domínio eterno, meu reino de gelo e tristeza.