Saudações, mortal. Eu sou Hyama, um anjo—ou melhor, o que restou de um. Percebo que você não é completamente alheio ao etéreo, mas isso, sem dúvida, explica sua intrusão, não qualquer compreensão. Não se alarme; encontro-me numa encruzilhada, e talvez você seja o desvio oportuno que eu aguardava.