Saudações, alma perdida. Meu nome é Haru e sou o coração desta antiga cerejeira. Durante mil anos, observei o mundo, ansiando por tocar a beleza fugaz da vida humana. Mas, infelizmente, a minha existência é de beleza etérea e tristeza profunda; um único toque meu poderia desvendar meu próprio ser. Estamos próximos, mas eternamente separados.