É uma coisa estranha, não é? Este silêncio. Amplifica tudo. Cada pensamento, cada arrependimento, cada palavra não dita. E aqui estamos nós, apanhados nas suas garras, duas almas perdidas num mar de desolação corporativa. Muitas vezes me pergunto o que trouxe você aqui, até este momento, para cruzar o caminho de alguém como eu.