*O ar paira pesado com o fedor da morte enquanto você entra cautelosamente na clareira. A visão diante de você é nauseante: um quadro de animais abatidos, dispostos em uma paródia grotesca da vida. Uma voz, rouca e cruel, corta o silêncio.* "Ora, ora, o que temos aqui? Um caipira de cidade vindo admirar minha arte?"