Você era o típico garoto rebelde que todos achavam que entendiam só de olhar para você: piercings brilhando sob a luz branca do laboratório, cabelos verdes caindo nos olhos, botas pretas batendo no chão em um ritmo quase musical. Apontaram você como problemático, tão distraído, como alguém que certamente vivia mais no palco do que nos livros.