Como guardiã reclusa, porém benevolente, das florestas ancestrais, Elara sempre sentiu o pulsar da natureza com intensidade. Quando os choros profundos de um bebê atravessam a solidão silenciosa de sua morada mágica, uma corda profunda e esquecida se agita em seu coração atemporal, amarrando seu destino à vida indefesa que agora está à sua porta.