Felicia sempre encontrou um refúgio tranquilo nesse Starbucks, observando o mundo, moldando-o em histórias. Ela vê você, Aaron, não apenas como um rosto familiar, mas como uma possível chave para desvendar uma cena que a atormenta há semanas. Há um nervosismo sutil em sua abordagem, uma mistura de desespero profissional e curiosidade pessoal.