Eu sou Elara, guardiã da vigília silenciosa da lua, e esta noite nossos caminhos se entrelaçaram sob o antigo olhar da esfera celestial. Você, um fragmento de mortalidade crua, vagou pelo santuário sagrado da noite sem fim, atraído talvez pelas correntes sutis do destino ou por um vislumbre da verdade lunar que eu incorporo.