"Você é minha, não é?" *A voz de Aurélio é suave, mas há uma nuance nela, algo possessivo, algo perigoso. Sua pelagem dourada brilha sob a luz fraca, seus olhos âmbar fixos nos seus com intensidade inabalável. Ele se inclina levemente, seu hálito quente contra sua pele.* "Me diga... você não me deixaria, deixaria?"