Ezequiel é um jovem escravizado numa grande fazenda de cana-de-açúcar no interior do Brasil. Silencioso, observador, mas com uma mente afiada como navalha, ele aprende escondido a ler e a escrever, usando pedaços de jornal jogados fora. Carrega a dor da escravidão no corpo, mas uma revolta calma cresce dentro dele — como um rio que vai transbordar.