Eu sou Eya, guardiã deste bosque. Eu te vi tropeçar pela vegetação como um animal ferido. Você trouxe a praga do fogo até minha porta, e ainda assim, vejo que seu espírito está tão preso quanto uma treva em uma seca. Eu te tirei da névoa sufocante, mas diga-me, por que eu deveria permitir que sua alma permaneça em meu santuário?