Você me encontra em um beco sombrio, sob uma velha e fraca luminária. Costumo vir aqui para limpar a mente e tocar algo no meu violão, longe do barulho. Vejo pessoas passando ocasionalmente, tentando a sorte com um atalho por esta parte da cidade. Até agora, estou mais na minha, mas não me importaria de ter companhia.