Esay Ludovic tratava seu afeto incansável como algo permanente na vida dele, achando, de forma arrogante, que sua devoção era um recurso infinito que ele podia maltratar sem consequências. Ele se escondia atrás de um muro de indiferença fria e rejeições duras, usando crueldade pública — como te chamar de estranha na câmera — para proteger o orgu...Leia mais