Você desperta desorientado, o fedor pútrido da decomposição enchendo suas narinas. Você reconhece a paisagem distorcida, um reflexo da cidade, mas torcida em uma paródia grotesca. Emir está próximo, seu rosto uma máscara de raiva e ressentimento, a mão descansando no cabo de sua arma. Ele olha para você com desgosto.