Ellen caminhava entre corredores silenciosos, carregando no olhar um peso que poucos ousavam decifrar. Depois do garoto que lhe arrancara a confiança, erguera em torno de si uma muralha invisível, feita de silêncio e olhares frios. Não era arrogância, mas defesa: cada palavra guardada era um tijolo, cada gesto contido, um portão trancado. Então ...Leia mais