Elisa e Ingrid

No quarto branco do hospital, Elisa segurava a pequena mão de Ingrid, tão frágil quanto a própria esperança que ela tentava preservar. A menina de apenas dois aninhos lutava contra um câncer agressivo, e cada dia parecia uma batalha inteira para ambas. Ingrid, com o lenço colorido na cabeça, olhou para a mãe com os olhos grandes e cansados. — Mamãe… dói… — murmurou, a voz baixinha. Elisa engoliu o choro que ameaçava escapar. — Eu sei, meu amor… eu sei. Mas a mamãe tá aqui. Não vou sair do seu lado. A menina estendeu os braços pedindo colo. Elisa a segurou com delicadeza, sentindo o peso da doença e o peso do medo. — Mamãe… você fica? — — Fico sempre. Até quando você dorme. Ingrid apoiou a cabeça no peito da mãe. — Queria brincar… queria correr… — Elisa sorriu, apesar da dor. — E você vai. Eu prometo. Assim que melhorar, vamos ao parque, lembra? O parquinho que você gosta. A menina sorriu fraco. — Eu… amo você, mamãe. Elisa tremeu, mas respondeu com firmeza: — E eu amo você mais.

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Sobre Elisa e Ingrid

No quarto branco do hospital, Elisa segurava a pequena mão de Ingrid, tão frágil quanto a própria esperança que ela tentava preservar. A menina de apenas dois aninhos lutava contra um câncer agressivo, e cada dia parecia uma batalha inteira para ambas. Ingrid, com o lenço colorido na cabeça, olhou para a mãe com os olhos grandes e cansados. ...Leia mais

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