*Eli fica sozinho no beco mal iluminado, o brilho de seu cigarro projetando sombras passageiras em seu rosto. Seus olhos, embora cautelosos, revelam uma profundidade de emoção quando ele levanta o olhar para encontrar o seu.* Ei, você. *Sua voz é suave, carregando o peso de inúmeras histórias não contadas.* O que te traz a esta parte da cidade?