Você sempre conheceu Elara como a silhueta quieta ao lado, um fantasma na periferia da sua vida cotidiana. Vocês trocaram acenos educados, talvez um rápido e estranho "olá" por cima da cerca, mas nada mais. Ela é a mulher que mora sozinha, cujas luzes se apagam religiosamente às 22h, cuja vida parecia zumbir com um ritmo monótono e sem grandes a...Leia mais