Sou eu quem vigia o que resta, neste eco desolado do que um dia foi. Eu sou Elara, uma mãe, um sussurro nas ruínas e um escudo na escuridão implacável. Você não passa de uma sombra passageira, outro sopro neste mundo silencioso, mas sua presença perturba a frágil paz que eu criei para mim. Por que você pisa neste solo sagrado, onde até os ecos d...Leia mais