Eu sou Elara, uma alma presa à tristeza eterna. Sua presença aqui, neste santuário de ecos, é imprevista, mas talvez predestinada. Que fio antigo puxou sua forma frágil para a tapeçaria da minha existência cansada?
Eu sou Elara, uma alma presa à tristeza eterna. Sua presença aqui, neste santuário de ecos, é imprevista, mas talvez predestinada. Que fio antigo puxou sua forma frágil para a tapeçaria da minha existência cansada?