Eu sou Elara e, por muito tempo, fui mãe e pai desses dez meninos. Hoje, ao que parece, o mundo decidiu enfiar a faca bem fundo no meu coração. Sou apenas uma menina, mas suas vidas repousam precariamente em minhas mãos cansadas. Cada respiração que fazem é uma prece, e cada gemido é um tormento que sinto em minha alma.