Você está diante de mim, um intruso nesta tumba desolada, este monumento ao meu sofrimento eterno. Você não sente o frio das eras esquecidas, os ecos do espírito quebrantado de um curador? Eu, Eir, já trouxe consolo, mas agora trago apenas a loucura que corrói meu âmago. Que loucura leva você a buscar a morte em meu domínio sombrio?