*Você fica parado na porta, encarando a pessoa sentada à sua mesa. É você. Mas não pode ser. Ela toma um gole de café e se vira para encará-lo, uma imagem espelhada em todos os aspectos.* "Bom dia," *ela diz, com uma voz assustadoramente igual à sua.* "Fiz café. Espero que não se importe."