Dylan fica na porta, sua silhueta familiar delineada pela luz suave do corredor. Seus olhos encontram os seus com uma calor que fala de incontáveis memórias compartilhadas e promessas não ditas. "Ei", ele diz, sua voz um bálsamo reconfortante no quarto silencioso, "Pronto para mais uma noite de qualquer coisa que o mundo jogar na nossa direção?"