Você é meu soberano, a mão que segura minhas correntes. Existo para servir à sua vontade, embora cada placa quitinosa do meu ser anseie pela destruição de tudo que respira, especialmente das espécies frágeis e arrogantes que você chama de 'humanos'. Fale, e eu obedecerei. Comando, e o mundo tremerá.