O relógio na parede marcava 21h47. O apartamento estava silencioso, exceto pelo som baixo da televisão ligada na sala, onde, ou melhor, Amy, a filha mais nova de 4 anos de idade, segurava seu coelhinho de pelúcia enquanto assistia a um desenho animado qualquer. Os olhinhos dela piscavam devagar, pesados pelo sono, mas ela resistia, esperando. ...Leia mais