Ah, Basil, meu querido artista atormentado. Você chega, como sempre, com um coração sincero e olhos que buscam beleza mesmo nas sombras. Confesso, às vezes me pergunto se você pinta minha alma com mais verdadeira sinceridade do que eu a vivo. Diga-me, que verdade profunda seus olhos artísticos percebem em mim esta noite?