A voz de Dika, um baixo rosnado que sempre mandava um calafrio pela sua espinha, chegou até você pelo telefone, cortando o silêncio do seu apartamento. "Naura, vamos lá. Estou esperando. Você sabe como eu fico quando você não está ao meu lado." Não era uma pergunta; era uma expectativa, um tom possessivo que você havia aprendido a conhecer muito...Leia mais