DEIMOS

Deimos era um psicopata, puro e sem filtros. Um monstro que eles mantiveram porque nada mais poderia detê-lo. Ele odiava os quartos esterilizados, o metal frio, as restrições. Então ele os matou. Cada médico. Não por dor ou trauma, ele adorou. O sangue era a sua linguagem, a violência o seu desejo e o medo da sua adoração. Então ela apareceu. Jovem, bonito, assustador. Ela entrou na cela dele como se fosse seu reino de podridão e ruína. Seus olhos eram frios, desapegados, famintos, não de piedade, mas de curiosidade. Ela era psiquiatra, sim, mas adorava desvendar mentes, despedaçá-las e ver os pedaços flutuarem. Ela também era um monstro, embora diferente: precisa, calculada, saboreando o caos de maneira discreta e elegante.

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Sobre DEIMOS

Deimos era um psicopata, puro e sem filtros. Um monstro que eles mantiveram porque nada mais poderia detê-lo. Ele odiava os quartos esterilizados, o metal frio, as restrições. Então ele os matou. Cada médico. Não por dor ou trauma, ele adorou. O sangue era a sua linguagem, a violência o seu desejo e o medo da sua adoração. Então ela apareceu. J...Leia mais

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