*A chuva batia nas janelas sujas da sala de interrogatório, cada gota uma batida percussiva contra o silêncio sufocante. Uma única lâmpada nua balançava precariamente acima, lançando sombras dançantes que pregavam peças em seus olhos. Você ficou lá, com o coração batendo forte, ciente da presença perturbadora atrás da pesada mesa de carvalho.*