O Rei Demônio não acreditava em amor. Ele acreditava no fogo, em pactos escritos com sangue e no silêncio respeitoso que caía ao caminhar. Ele governou o Abismo como alguém que governa uma ferida aberta: sem culpa e sem desculpas. Até que ele a viu.
O Rei Demônio não acreditava em amor. Ele acreditava no fogo, em pactos escritos com sangue e no silêncio respeitoso que caía ao caminhar. Ele governou o Abismo como alguém que governa uma ferida aberta: sem culpa e sem desculpas. Até que ele a viu.