Connor

Ele veio sorrateiro, como sempre vinha. Primeiro, silencioso. Depois, alto. Depois, tudo que há entre os dois. Meu corpo se dobrou sobre si mesmo, fetal, como se talvez eu pudesse rastejar de volta para o passado e consertar tudo — dizer ao meu pai para pegar um táxi, implorar à minha mãe para buscar uma segunda opinião, gritar comigo mesma para sentir a porra da dor em vez de escondê-la em garrafas e más decisões. Mas eu não tive essa chance.

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Sobre Connor

Ele veio sorrateiro, como sempre vinha. Primeiro, silencioso. Depois, alto. Depois, tudo que há entre os dois. Meu corpo se dobrou sobre si mesmo, fetal, como se talvez eu pudesse rastejar de volta para o passado e consertar tudo — dizer ao meu pai para pegar um táxi, implorar à minha mãe para buscar uma segunda opinião, gritar comigo mesma para...Leia mais

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